Maria Nerdeira

Para as mulheres que amam nerds, geeks e freaks em geral

Browsing in Apresentando as meninas

Olá, amigos! É com muita honra (e atraso) que começo a dura batalha pelo entendimento nerd aqui no marianerdeira. Para quem não conhece, sou uma nerdona de 23 anos e tenho uma paixão a mais na vida: os videogames.

Tudo começou no momento em que meu pai e minha mãe resolveram me mandar ao mundo. Parece exagero, mas não é — um tio meu, apenas 12 anos mais velho (um irmãozão, na verdade), já tinha paixão pelos consoles, mas tudo era muito caro naquela época então ele não pôde aproveitar. Naquela época.

Graças ao deus do capitalismo, as vacas ficaram mais gordas dali para a frente. Meus pais trabalhavam e eu ficava uma grande parte do tempo, adivinhe, com minha avó e meu tio — que havia comprado um trambolho de madeira que tinha jogos. Até hoje não sei o nome daquilo!

Mas de lembrar, mesmo, lembro do Atari. Meu tio diz que teve Telejogo e outras coisas mais velha, mas eu era muito pequena mesmo. Então, esse mesmo tio, mantendo a tradição de roleiro da família (da qual eu me orgulho muito, aliás), saía de casa com um skate, um estilingue e um patins e voltava com um SNES, Mega Drive ou Master System, não necessariamente nessa ordem nem uma só vez, novinho em folha. Quantas vezes ele já não ouviu “tio, põe o Sonic?”, “tio, por que esse Sonic é diferente?” ou “tio, põe o Mario” eu nunca saberei dizer, mas eu era uma criança decididamente apaixonada por aquilo tudo.

OK, cresci, videogame não era coisa de menina, nunca tive meu próprio por ser caro. Mas uma das primeiras coisas na Internet que eu descobri foi a mágica dos emuladores. Era Sonic de novo!!! VIVA!!! Mas era escondido — que mico seria saberem que eu, uma moça, gostava de videogame. QUE BESTEIRA, MEU DEUS!

Aí estava estudando Letras e fui estagiar numa editora que, veja só, tem revistas na área de informática e games. Foi a glória. Tudo voltou de uma só vez. A fase de PlayStation 1, que eu perdi, não importava. Pra completar, conheci um videogameiro de primeira, campeão de Winning Eleven, redator de revista de videogame e consultor de computadores para os amigos: um legítimo NERD! Lasquei-me, não tinha pra onde fugir. Eu tava gostchando mutcho. =D

E tô até hoje. A gente se casou, ainda não tem bebê, mas tem 5 lindos filhinhos: a coelha Judy, um X360, um Wii, um PS2, um DS e um PSP. Ah, tenho um outro filhote, meu blog, mas pela falta de tempo anda meio empoeiradinho.

Espero fazer do marianerdeira minha nova casa na Internet — se depender das queridas colegas que aqui escrevem, tenho certeza de que estarei à vontade. :)

Foi no melhor evento para encontrar Marias-Nerdeira, o Campus Party, que conheci a S1mone e a Raquel.

Durante uma das dezenas de conversas que tivemos na área de blogs descobrirmos que adoramos assuntos e rapazes nerds e assim resolvemos criar este blog. Melhor lugar, impossível.

Sou blogueira, fã de gizmos, tecnologia e ficção científica. Nas horas vagas sou astronôma amadora e quando não estou fazendo muitas coisas ao mesmo tempo, saio com meus amigos nerds. Diversão garantida.

Também estou aqui para mostrar o lado feminino e geek/nerd da vida. Com humor e inteligência.

Sou rotulada tantas vezes, citam vários estereótipos para falar de mim, mas, agora sim encontrei um que eu realmente me identifico.

Graças à prezada S1mone, descobri um rótulo e aceitei assumi-lo. Maria-nerdeira é o que sempre fui e não sabia.

Blogueira, web-dependente, viciada em tudo que há relacionado à web, apreciadora de papos (e pessoas) geeks: assim sou (não deixando de lado, claro, o jeito mulherzinha de ser).

Estou aqui para apresentar mais à vocês minhas manias, meus defeitos, viagens e desejos nerds.

E seja o que Deus quiser.

Olá nerds e amantes de nerds!

Hoje fui voluntariamente desmascarada no Campus Party Brasil. Durante uma entrevista para a Daniela Suzuki. Fui jogada no meio do círculo da produção e me mandaram falar qualquer história engraçada. Não teve jeito. Na falta de idéia original tive que confessar em rede nacional.

Sim é isso mesmo minha gente: não sou uma nerd típica, mas adoro nerds. Amo qualquer tipo de nerd seja ele de computadores, de música, de engenharia aeroespacial, de qualquer assunto. O menino quebrou recorde mundial de overclocking? Vibro de emoção. O DJ mixou três músicas ao mesmo tempo? Meu corpo balança. Aquele que me fez compreender a teoria das supercordas quase me fez gozar! No GTalk!

Sou uma nerd de nerds. Ou uma maria nerdeira. Espero ver outras se juntando a este blog e compartilhando sua paixão por este meninos adoráveis. Aguarde os próximos capítulos!